Bem Vindo ao meu Livro de Visitas!

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A DEPRESSÃO QUASE ME MATOU  | Assinar Livro de Visitas



10/21/04 18:42:53 GMT
Nome: Walkpiria Ludorf Homepage: Visit Me
E-mail: Email Me Cidade, País: São paulo,SP,Brasil
Idade: 45

Comentários:
Só tive o prazer de conhecer os sites. Acho-os bem completos, diversificados, abrangendo não só a agorafobia, a depressão e outros transtornos, como também há muitas outras coisas a serem navegadas (dá para passar horas usufruindo). Parabéns Carlos Palma por esse belíssimo e importante trabalho!



10/21/04 13:50:15 GMT
Nome: Susete Homepage: Visit Me
E-mail: Email Me Cidade, País: Alverca, Portugal
Idade: 31 anos

Comentários:
Carlos, Sabes que as palavras às vezes não expressam bem aquilo que sentimos na realidade, no entanto, pela admiração que tenho por ti e pela coragem que tiveste ao conseguir superar os teus problemas fica desde já o meu abraço. Os sites, assim como os teus testemunhos, são muito importantes para aqueles que desconhecem a importância e a razão dos seus problemas - Uma ajuda Fundamental. Bjokas - Susete P.S. - Preciso de umas luzes sobre pintura.



10/21/04 10:58:11 GMT
Nome: Raimunda Caldas( Tia Rai.. do Brasil) Homepage: Visit Me
E-mail: Email Me Cidade, País: Fortaleza..Cidade beleza!
Idade: agora 49 anos

Comentários:
Oi meu AMIGO Carlos! Cá estou eu novamente em seu livro de visitas, o que eu penso de seu trabalho, creio eu seja dispensável os comentários, pois tú bens sabes o quanto admiro-te e ao teu maravilhoso trabalho. Um beijo e ficas com DEUS! Rai....



10/21/04 09:22:35 GMT
Nome: CP Homepage: Visit Me
E-mail: Email Me Cidade, País: Lisboa-PORTUGAL
Idade: 52

Comentários:
TESTE.



10/18/04 14:52:29 GMT
Nome: Homepage: Visit Me
E-mail: Email Me Cidade, País: Taguatinga - DF
Idade:

Comentários:
Detetives chegam aos anúncios classificados Investigadores particulares são requisitados por todas as classes sociais e atuam principalmente em casos de traição A glamourosa profissão de personagens da literatura como Sherlock Holmes, idealizado por Sir Arthur Conan Doyle, Hercule Poirot e a velhinha Miss Marple, ambos criados pela engenhosa mente de Agatha Christie, saiu das páginas dos livros e virou anúncio nos jornais. Em Brasília, ser detetive particular não representa desvendar mistérios tão mirabolantes quanto os vindos da imaginação dos escritores, mas pode ser uma alternativa inusitada para quem quer sair da tradicional rotina dos trabalhos convencionais. Lupas e cachimbos foram deixados de lado, a profissão agora conta com a tecnologia das máquinas fotográficas, micro-filmadoras e escutas telefônicas. O trabalho é sempre acompanhado de garantia de sigilo para o cliente. Em contrapartida, os detetives preferem se esconder em pseudônimos. Discriminada pela polícia, a profissão de investigador particular muitas vezes não é levada a sério. – Não temos um sindicato que nos represente, falta reconhecimento por parte da sociedade. É uma profissão difícil, não existe um futuro certo – explica o detetive Arnold. O investigador tem mais de 20 anos de experiência em Brasília e conta que o principal motivo para a requisição desses serviços é a suspeita de adultério. Contratado mais por mulheres, Arnold acompanha por vários dias os passos do marido ou namorado. Uma fita de vídeo e algumas fotos são a prova final do crime. – Muitos clientes pedem para ser chamados para o flagrante do companheiro. Nessa hora, damos o apoio de longe, pois não podemos ser testemunhas – conta. Segundo Arnold, quando traem, as mulheres são mais cuidadosas e escondem melhor a infidelidade. – Rodamos muito mais atrás para desvendar o caso quando o alvo da investigação é uma mulher. O detetive revela que todos os estratos sociais recorrem ao serviço. Além dos casos de traição, muitos empresários pedem auxílio para investigar o sócio e alguns pais para saber com quem andam os filhos. Júlia também enveredou nos caminhos obscuros da espionagem. Há sete anos no mercado, a investigadora não revela para ninguém a profissão. – Morro dizendo que não sou detetive. É um trabalho muito sigiloso e exige jogo de cintura – diz. Segundo ela, ser mulher nunca foi empecilho para exercer bem o trabalho. Entre muitas trocas de roupas e mudanças de cabelos para não ser reconhecida, acredita no toque feminino como garantia de sucesso. – Hoje, muitos confiam mais em contratar uma mulher que um homem. Tem muita gente dando calote por aí, e a mulher conquista mais confiança – revela a investigadora. Júlia conta que o rendimento mensal depende do número de casos investigados durante o período. Quando a rotina de investigações está apertada, sempre recorre a outros colegas para auxiliar o trabalho. – Não é um trabalho requisitado sempre, mas, às vezes, chego a ter até quatro casos em uma semana – explica. Serviço: Detetive Arnold (61)351-7415 (61)9654-0448 · Detetive Zaniz (61) 9648 6052 ou (61) 351-8501 Detetive Igor (61) 9683-1726 http://www.detetivesdf.com.br



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